Recife, Olinda e Porto de Galinhas em 6 dias
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Seis dias em Pernambuco juntando o casario colonial de Olinda, o Recife Antigo e as piscinas naturais de Porto de Galinhas. A gente conta a regra que mais pega viajante desprevenido (a jangada só sai na maré baixa), os valores atuais dos passeios, como as praias da região diferem entre si e o bate-volta na Praia dos Carneiros.
Mapa do roteiro
Dia 1 – Chegada ao Recife e Recife Antigo
O aeroporto dos Guararapes fica a só 10 km do centro do Recife e uns 60 km de Porto de Galinhas. Se der, faz como a gente fez: começa pela capital e deixa a praia pro final, assim vc não perde tempo indo e voltando.
O passeio começa no Marco Zero, aquela praça na beira do Rio Capibaribe que é o ponto de partida oficial da cidade. Dali sai o barquinho pro Parque de Esculturas Francisco Brennand, no molhe.
Depois é só caminhar pelo Recife Antigo sem pressa. A Rua do Bom Jesus abriga a Kahal Zur Israel, a primeira sinagoga das América (século 17), e é uma das ruas mais bonita do país. Aos domingo a área vira polo cultural, com feira de artesanato e apresentação de graça.
A noite a gente passou jantando pelo bairro mesmo. O Recife tem uma cena gastronomica forte e é onde vc prova bolo de rolo, cartola e um caldinho de feijão bem feito.
O passeio começa no Marco Zero, aquela praça na beira do Rio Capibaribe que é o ponto de partida oficial da cidade. Dali sai o barquinho pro Parque de Esculturas Francisco Brennand, no molhe.
Depois é só caminhar pelo Recife Antigo sem pressa. A Rua do Bom Jesus abriga a Kahal Zur Israel, a primeira sinagoga das América (século 17), e é uma das ruas mais bonita do país. Aos domingo a área vira polo cultural, com feira de artesanato e apresentação de graça.
A noite a gente passou jantando pelo bairro mesmo. O Recife tem uma cena gastronomica forte e é onde vc prova bolo de rolo, cartola e um caldinho de feijão bem feito.
Dia 2 – Olinda e Instituto Ricardo Brennand
Olinda fica a só 7 km do Recife e é Patrimônio Mundial da Unesco desde 1982. A gente subiu direto pro Alto da Sé, o mirante mais famoso, de onde da pra ver o casario colorido descendo os morro com os prédios do Recife lá no fundo.
O giro das igrejas passa pela Igreja da Sé, o Mosteiro de São Bento (o altar de cedro dourado já foi exposto em Nova York) e a Igreja do Carmo. Entre uma e outra, parada obrigatoria nas barraquinhas de tapioca do Alto da Sé.
Um aviso de quem foi com o calçado errado: as ladeira são de paralelepípedo e íngreme de verdade. Vai de tenis confortavel e cedo, enquanto o sol ainda ta ameno.
De tarde, já no Recife, o Instituto Ricardo Brennand foi a surpresa da viagem: um castelo em estilo normando com a maior coleção de armas branca do mundo, além de pinturas de Frans Post. Reserva pelo menos 3 horas. Quem preferir algo mais moderno e interativo, o Museu Cais do Sertão, sobre Luiz Gonzaga, é a alternativa.
O giro das igrejas passa pela Igreja da Sé, o Mosteiro de São Bento (o altar de cedro dourado já foi exposto em Nova York) e a Igreja do Carmo. Entre uma e outra, parada obrigatoria nas barraquinhas de tapioca do Alto da Sé.
Um aviso de quem foi com o calçado errado: as ladeira são de paralelepípedo e íngreme de verdade. Vai de tenis confortavel e cedo, enquanto o sol ainda ta ameno.
De tarde, já no Recife, o Instituto Ricardo Brennand foi a surpresa da viagem: um castelo em estilo normando com a maior coleção de armas branca do mundo, além de pinturas de Frans Post. Reserva pelo menos 3 horas. Quem preferir algo mais moderno e interativo, o Museu Cais do Sertão, sobre Luiz Gonzaga, é a alternativa.
Dia 3 – Transfer para Porto de Galinhas e primeira praia
São cerca de 70 km do Recife até Porto de Galinhas, 1 hora e meia de carro pela PE-009, a Rota do Sol. Os transfer compartilhado custam por volta de R$ 60 a R$ 90 por pessoa.
Porto de Galinhas é uma vila que cresceu muito. A Rua da Esperança e a área central concentram loja, restaurante e agência, da pra fazer tudo a pé.
A tarde a gente dividiu entre a praia central e Muro Alto, 5 km ao norte: uma piscina natural gigante formada por uma barreira de arrecife, de água calma e rasa. Quem viaja com criança não acha lugar melhor.
Uma coisa que quase ninguém avisa e que economiza dinheiro: os buggy da vila cobram por trajeto e por buggy, não por pessoa. Combina preço e roteiro ANTES de embarcar e confirma se o passeio inclui as parada que vc quer.
Porto de Galinhas é uma vila que cresceu muito. A Rua da Esperança e a área central concentram loja, restaurante e agência, da pra fazer tudo a pé.
A tarde a gente dividiu entre a praia central e Muro Alto, 5 km ao norte: uma piscina natural gigante formada por uma barreira de arrecife, de água calma e rasa. Quem viaja com criança não acha lugar melhor.
Uma coisa que quase ninguém avisa e que economiza dinheiro: os buggy da vila cobram por trajeto e por buggy, não por pessoa. Combina preço e roteiro ANTES de embarcar e confirma se o passeio inclui as parada que vc quer.
Dia 4 – Jangada nas piscinas naturais (e a maré que manda em tudo)
Esse é o passeio simbolo do destino, e também o que mais frustra quem chega sem se planejar.
A questão é uma só: as piscinas naturais só se formam na MARÉ BAIXA. Consulta a tábua de marés antes de escolher o dia e vai na hora em que a maré tiver no ponto mais baixo. Em maré alta os arrecife ficam submerso e simplesmente não tem passeio.
O valor atual é R$ 60 por pessoa no dinheiro ou no Pix, e R$ 63 no cartão. A travessia leva cerca de 1 hora no total, com tempo de sobra pra nadar no meio dos peixe. Criança a partir de 7 anos paga inteira, menor de 3 não paga.
Duas coisas são levada a sério por lá: não pisa nos corais, que são vivos e fragil, e não alimenta os peixes, é proibido e desequilibra o ecossistema. Usa protetor solar biodegradavel e leva pouco dinheiro, guardado em saco impermeavel.
De tarde a gente caminhou até Maracaípe, 3 km ao sul, famosa pelas onda boas e pelo Projeto Hippocampus, de preservação dos cavalo marinho no estuário.
A questão é uma só: as piscinas naturais só se formam na MARÉ BAIXA. Consulta a tábua de marés antes de escolher o dia e vai na hora em que a maré tiver no ponto mais baixo. Em maré alta os arrecife ficam submerso e simplesmente não tem passeio.
O valor atual é R$ 60 por pessoa no dinheiro ou no Pix, e R$ 63 no cartão. A travessia leva cerca de 1 hora no total, com tempo de sobra pra nadar no meio dos peixe. Criança a partir de 7 anos paga inteira, menor de 3 não paga.
Duas coisas são levada a sério por lá: não pisa nos corais, que são vivos e fragil, e não alimenta os peixes, é proibido e desequilibra o ecossistema. Usa protetor solar biodegradavel e leva pouco dinheiro, guardado em saco impermeavel.
De tarde a gente caminhou até Maracaípe, 3 km ao sul, famosa pelas onda boas e pelo Projeto Hippocampus, de preservação dos cavalo marinho no estuário.
Dia 5 – Praia dos Carneiros e Praia do Cupe
A Praia dos Carneiros, em Tamandaré, fica cerca de 60 km ao sul (1h15 de carro) e pra muita gente é a praia mais bonita de Pernambuco. Coqueiral debruçado na areia, mar esverdeado e a pequena Capela de São Benedito, de 1740, praticamente dentro d'água. A gente entendeu na hora pq o lugar virou simbolo do estado.
O que vc precisa saber antes de ir: quase toda a orla é ocupada por bares que cobram consumação minima ou taxa de acesso a estrutura (guarda-sol, cadeira, banheiro). Existem acesso público, mais simples. Pesquisa antes pra não ser pego de surpresa.
O passeio clássico da região é o de catamarã pelo Rio Formoso, com parada nos bares flutuante.
Na volta, a gente parou na Praia do Cupe, entre Muro Alto e Porto, que costuma ta mais vazia e tem um restaurante bom de frutos do mar.
O que vc precisa saber antes de ir: quase toda a orla é ocupada por bares que cobram consumação minima ou taxa de acesso a estrutura (guarda-sol, cadeira, banheiro). Existem acesso público, mais simples. Pesquisa antes pra não ser pego de surpresa.
O passeio clássico da região é o de catamarã pelo Rio Formoso, com parada nos bares flutuante.
Na volta, a gente parou na Praia do Cupe, entre Muro Alto e Porto, que costuma ta mais vazia e tem um restaurante bom de frutos do mar.
Dia 6 – Última manhã e volta
A última manhã ficou pro que faltou: um mergulho tranquilo em Muro Alto, artesanato na vila ou uma massagem num dos quiosque da orla.
Se o voo for a tarde, da pra voltar parando no Cabo de Santo Agostinho, a meio caminho do Recife. Ali ficam a Praia de Calhetas, uma enseada pequena entre falésias, e o Forte Castelo do Mar, do século 16.
A melhor época pra essa viagem vai de setembro a março, quando chove menos e o mar fica mais calmo. De abril a julho é o período mais chuvoso do litoral pernambucano, não impede a viagem, mas aumenta o risco de passeio cancelado.
E leva dinheiro em especie: jangadeiro, buggy e barraca de praia muitas vez não aceita cartão, e o sinal de maquininha oscila na beira do mar.
Se o voo for a tarde, da pra voltar parando no Cabo de Santo Agostinho, a meio caminho do Recife. Ali ficam a Praia de Calhetas, uma enseada pequena entre falésias, e o Forte Castelo do Mar, do século 16.
A melhor época pra essa viagem vai de setembro a março, quando chove menos e o mar fica mais calmo. De abril a julho é o período mais chuvoso do litoral pernambucano, não impede a viagem, mas aumenta o risco de passeio cancelado.
E leva dinheiro em especie: jangadeiro, buggy e barraca de praia muitas vez não aceita cartão, e o sinal de maquininha oscila na beira do mar.
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