Lençóis Maranhenses em 5 dias: lagoas, dunas e o Rio Preguiças
O roteiro clássico dos Lençóis Maranhenses saindo de São Luís: os dois circuitos de lagoas (Azul e Bonita), a descida do Rio Preguiças até o mar e uma esticada até Atins. Inclui a melhor época para ir, quanto custa cada passeio e as dicas que fazem diferença na hora de escolher o 4x4.
🗺️ Mapa do roteiro
Dia 1 – Chegada em São Luís e traslado para Barreirinhas
Desembarque em São Luís e traslado para Barreirinhas, o principal portão de entrada dos Lençóis. São cerca de 250 km em estrada asfaltada, entre 4 e 5 horas de viagem. Vans saem com horários fixos (manhã e início da tarde) e custam por volta de R$ 80 a R$ 120 por pessoa; de carro alugado o trajeto é tranquilo pela MA-402.
Se o voo chegar cedo, vale reservar a manhã para uma caminhada rápida pelo Centro Histórico de São Luís, Patrimônio Mundial pela Unesco, e seguir depois do almoço. Chegando em Barreirinhas no fim da tarde, dá tempo de acertar os passeios dos próximos dias nas agências da Avenida Beira-Rio e jantar às margens do Preguiças.
Dica: hospede-se perto do centro de Barreirinhas. As agências fazem o embarque dos 4x4 ali, e você evita traslados extras logo cedo.
Se o voo chegar cedo, vale reservar a manhã para uma caminhada rápida pelo Centro Histórico de São Luís, Patrimônio Mundial pela Unesco, e seguir depois do almoço. Chegando em Barreirinhas no fim da tarde, dá tempo de acertar os passeios dos próximos dias nas agências da Avenida Beira-Rio e jantar às margens do Preguiças.
Dica: hospede-se perto do centro de Barreirinhas. As agências fazem o embarque dos 4x4 ali, e você evita traslados extras logo cedo.
Dia 2 – Circuito Lagoa Azul: o cartão-postal dos Lençóis
O passeio mais famoso do parque. A saída costuma ser por volta das 14h30, em jardineiras 4x4, para pegar as lagoas com a luz do fim da tarde e o pôr do sol no alto de uma duna. São cerca de 40 minutos de estrada de areia sacolejante até a entrada do Parque Nacional.
O circuito para na Lagoa Azul, na Lagoa da Preguiça e em mais duas ou três lagoas menores, dependendo do nível da água. Você tem tempo de sobra para nadar em cada uma — a água é morna, transparente e rasa, perfeita para quem não nada bem. Leve dinheiro trocado: há barraquinhas vendendo água de coco e cerveja no meio das dunas.
Preço médio: R$ 90 a R$ 130 por pessoa, sem incluir a taxa de entrada do parque. Vá de chinelo ou descalço — sapato fechado só atrapalha na areia.
O circuito para na Lagoa Azul, na Lagoa da Preguiça e em mais duas ou três lagoas menores, dependendo do nível da água. Você tem tempo de sobra para nadar em cada uma — a água é morna, transparente e rasa, perfeita para quem não nada bem. Leve dinheiro trocado: há barraquinhas vendendo água de coco e cerveja no meio das dunas.
Preço médio: R$ 90 a R$ 130 por pessoa, sem incluir a taxa de entrada do parque. Vá de chinelo ou descalço — sapato fechado só atrapalha na areia.
Dia 3 – Descida do Rio Preguiças: Vassouras, Mandacaru e Caburé
Dia inteiro de lancha rio abaixo, saindo de manhã do porto de Barreirinhas. A primeira parada são os Pequenos Lençóis, em Vassouras, onde macacos-prego costumam aparecer entre os cajueiros.
Em seguida vem Mandacaru, um vilarejo de pescadores com o Farol Preguiças. São 135 degraus até o topo, e a vista de lá em cima é a melhor do passeio: o rio serpenteando de um lado, o oceano do outro e as dunas se estendendo até o horizonte. Vale cada degrau.
O almoço é em Caburé, uma faixa estreita de areia com o rio de um lado e o mar aberto do outro — dá para atravessar a pé de uma água para a outra em poucos minutos. Peixe frito com arroz de cuxá é a pedida. O retorno é no fim da tarde.
Preço médio: R$ 100 a R$ 150 por pessoa. Leve protetor solar e chapéu: a lancha é aberta e o sol castiga.
Em seguida vem Mandacaru, um vilarejo de pescadores com o Farol Preguiças. São 135 degraus até o topo, e a vista de lá em cima é a melhor do passeio: o rio serpenteando de um lado, o oceano do outro e as dunas se estendendo até o horizonte. Vale cada degrau.
O almoço é em Caburé, uma faixa estreita de areia com o rio de um lado e o mar aberto do outro — dá para atravessar a pé de uma água para a outra em poucos minutos. Peixe frito com arroz de cuxá é a pedida. O retorno é no fim da tarde.
Preço médio: R$ 100 a R$ 150 por pessoa. Leve protetor solar e chapéu: a lancha é aberta e o sol castiga.
Dia 4 – Circuito Lagoa Bonita e tarde em Atins
A Lagoa Bonita fica no lado oposto ao circuito Azul e, para muita gente, é ainda mais impressionante. O acesso tem uma subida de duna íngreme — é puxada, mas curta, e a recompensa é uma das paisagens mais bonitas do Brasil: uma sequência de lagoas encaixadas entre dunas altíssimas. Muitos guias fazem esse circuito pela manhã, quando há menos gente.
À tarde, siga para Atins, um vilarejo de rua de areia na foz do Preguiças que virou queridinho de quem quer sossego. Tem restaurantes bons, casas de aluguel charmosas e é o ponto de partida para o kitesurf. Se sobrar disposição, a Canto do Atins fica a poucos quilômetros e serve a famosa galinha caipira.
Se puder, durma uma noite em Atins — o silêncio e o céu estrelado ali são de outro mundo.
À tarde, siga para Atins, um vilarejo de rua de areia na foz do Preguiças que virou queridinho de quem quer sossego. Tem restaurantes bons, casas de aluguel charmosas e é o ponto de partida para o kitesurf. Se sobrar disposição, a Canto do Atins fica a poucos quilômetros e serve a famosa galinha caipira.
Se puder, durma uma noite em Atins — o silêncio e o céu estrelado ali são de outro mundo.
Dia 5 – Volta para São Luís e Centro Histórico
Retorno para São Luís pela manhã. Reserve a tarde para o Centro Histórico, um dos maiores conjuntos arquitetônicos coloniais portugueses da América Latina, com mais de 3.500 casarões revestidos de azulejos.
Comece pela Praça Benedito Leite, passe pela Catedral da Sé e desça a Rua Portugal, a mais fotogênica da cidade. O Palácio dos Leões (sede do governo) tem visitação gratuita em dias específicos e vale pela vista da varanda. Termine no Projeto Reviver, onde ficam os bares e o forte do bumba meu boi.
Para comer, procure um restaurante que sirva arroz de cuxá, torta de camarão e o doce de espécie. Se o voo for tarde, a Praia do Calhau é uma boa opção para relaxar antes do aeroporto.
Dica final: a melhor época para ver as lagoas cheias vai de junho a setembro. Fora dessa janela, muitas secam.
Comece pela Praça Benedito Leite, passe pela Catedral da Sé e desça a Rua Portugal, a mais fotogênica da cidade. O Palácio dos Leões (sede do governo) tem visitação gratuita em dias específicos e vale pela vista da varanda. Termine no Projeto Reviver, onde ficam os bares e o forte do bumba meu boi.
Para comer, procure um restaurante que sirva arroz de cuxá, torta de camarão e o doce de espécie. Se o voo for tarde, a Praia do Calhau é uma boa opção para relaxar antes do aeroporto.
Dica final: a melhor época para ver as lagoas cheias vai de junho a setembro. Fora dessa janela, muitas secam.
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